Bolsa Carteiro

Que as bolsas estilo carteiro são as it bags há um bom tempo todas sabemos. Mas quando se fala nesse tipo de bolsa, qual vem à sua mente? A Alexa da Mulberry, aposto! A Alexa realmente virou febre e já encontramos modelos inspired em tudo quanto é lugar. Mas tem uma bolsa que passa um pouco despercebida aqui pelo Brasil. Pelo menos, não tem tanta gente falando e desejando ela por aqui, a Proenza Schouler PS1. Sou simplesmente apaixonada por esse modelo! Bem, resolvi falar dela porque enquanto a Alexa possui cópias bem ruinzinhas (a da Renner, por exemplo, quebra um galho, mas não é liiinda, convenhamos) a Proenza Schouler possui cópias de qualidade e muito parecidas! Essa da Arezzo, por exemplo, é minha paixão desde que foi lançada. Já essa em moletom da 284, bem… acho que já vi essa história, não?! Geralmente marcas como a Arezzo não fazer cópias tão parecidas, até para evitar problemas como a 284 teve, e as cópias meeesmo de it bags são sempre compradas em lojas mais populares e feitas de materiais de menor qualidade. Tomei um susto, e vocês?

Art & Fashion

Hoje vamos falar de arte. Esse é um tema que adoro e não há projeto que me encanta mais que o da blogueira Diana, da África do Sul. O que ela faz é o seguinte: relaciona looks com obras clássicas. Desde então tudo o que faço é pegar minhas pinturas preferidas, criar uma colour palette e montar meus looks baseados nelas. No blog da Diana, o miss moss, você encontra todas as fotos na tag colour comparisons. É ou não é inspirador?! Seguem abaixo alguns dos meus preferidos.


“Woman with a Red Necklace” por Amedeo Modigliani
Oil on canvas, 1918

“Argenteuil” por Édouard Manet
Oil on canvas, 1875

“Fall Landscape” por John Joseph Enneking
Oil in canvas, 1913
Bom, existem muitas outras maravilhosas, então vá agora ao blog dela dar uma olhada! Além de looks, ela também faz comparações com fotos. É lindo! Depois de ver o trabalho da Diana tenho certeza de que você ficará inspirada e vai querer fazer algo do tipo, pois então já deixo duas dicas! O google lançou a pouco o  “art project”, no qual você pode visitar online museus de vários lugares do mundo. Também gosto bastante do site The Athenaeum que, como eles mesmos se descrevem, é uma ótima ferramenta para o estudo das humanidades.
E é claro que eu não poderia deixar de entrar na brincadeira, né? Escolhi a obra “Château Noir”, de Paul Cézanne, um dos meus pintores favoritos. A pintura é de 1903-1904 e encontra-se exposta em um de meus museus preferidos, o MoMa de NY. Criei uma colour palette a partir da imagem e depois procurei no lookbook por uma imagem com essas cores. Pra quem quiser tentar com fotos, as meninas do peixe fresco deram a dica essa semana do Multicolr Search Lab.

Paul McCartney

Sir James Paul McCartney dispensa apresentações. O ex-Beatle se apresentará hoje e amanhã e eu não podia deixar a data passar. Sim, essa que vos escreve é uma beatlemanica. Mas não irei falar da vida ou carreira de Paul, isso é tema para um livro. Ao invés disso, irei dar algumas dicas para quem vai curtir os shows, lembrando que elas servem para quaisquer outros shows também!

Num show, sua prioridade é o conforto, tenha isso em mente! Você está ali para curtir aquele momento e você vai pular, vai dançar, vai gritar como se não houvesse amanhã. Portanto, existem alguns itens fundamentais: um sapato confortável e de preferência fechado; uma roupa que permita que você pule e dance sem precisar ficar preocupada se algo está aparecendo e uma bolsa na qual você possa levar todos os itens que precisa e que não lhe incomode durante o show.

Vamos começar pelo sapato: salto é algo que eu nem penso em usar ao ir a um show, mas já vi algumas pessoas usando. Não existe certo ou errado e cada um usa o aquilo com o que se sente melhor, mas não acredito que alguém realmente se sinta confortável ao ir de salto a um show. Os sapatos mais adequados são os tênis, as botas, e sapatos fechados como docksides e alpargatas. Sapatos baixos são mais confortáveis. Além disso, num show são grandes as chances das pessoas pisarem em seu pé e do chão ficar absurdamente sujo, portanto, ir de sandálias e rasteirinhas significa sair com o pé machucado e imundo.

A roupa: blusa é a melhor opção. Blusa da banda que está tocando ou de algum dos integrantes é um modo legal de entrar no clima do show. Para a parte de baixo, vá de short, legging/jegging ou calça. Depende do tempo, claro! Como está fazendo um friozinho, uma meia calça por baixo do short ér uma boa. Leve também um casaco! Cardigans e blusas jeans ou xadrez para jogar por cima não esquentam taaanto. Casacos militares são outra boa opção, ainda mais para o show do Paul, uma vez que eles tem aquele ar inglês e Sgt. Peppers, haha.

Bolsa: a bolsa não pode ser muito grande, mas deve caber tudo o que você precisa. No caso de um show, são seus documentos e um dinheirinho, uma garrafa de água, protetor solar e óculos de sol (caso seja de dia ou você tenha que ficar na fila), um lanchinho (barrinha de cereal, chocolate ou biscoitinho água e sal) é sempre bemvindo, celular e a máquina fotográfica, para registrar os bons momentos. Eu gosto de bolsas médias, a tiracolo, pois não te incomodam e nem as outras pessoas.

Maquiagem, o mais natural possível. Você não está indo a uma festa, né? E você vai suar, pode se molhar, enfim… se for com maquiagem pesada pode acabar que nem um panda. No cabelo o melhor mesmo é prender, o bom e velho rabo de cavalo, uma trança ou um coque são ótimas opções. Lembre-se de checar a previsão do tempo, para que possa preparar melhor não só a roupa, como os itens que deve levar.

Essas são apenas algumas dicas para que você possa aproveitar o show da melhor maneira possível. É sempre bom estar bonita, mas pense também que você deve estar confortável! O mais importante de tudo é poder se divertir, sem ter que se preocupar com mais nada! Bom show pra vocês!

Guia: lidando com grosserias

Existem diversos tipos de grosserias, desde insultos diretos até um esbarrão ao atravessar uma rua. No entanto, todos tem em comum a sua fonte: a falta de cortesia e respeito. Para saber como lidar com essas situações, é necessário analisar cada tipo de grosseria.

Agressiva: É aquela grosseria intencional, com o intuito de punir, colocar “no seu lugar” ou como vingança.

Casual: Geralmente inconsciente, nesta categoria encontram-se falar alto ao telefone, correr do fim da fila para o início de uma nova fila que é aberta, parar no meio da calçada para conversar com os amigos, impedindo ou dificultado a passagem dos demais pedestres, entre outras.

Disfarçada: a famosa falsidade. Um exemplo perfeito é quando alguém diz “Adorei seu corte de cabelo!” e, ao virar as costas, já vai comentar com outra pessoa que você ficou horrível com esse novo corte.

Involuntárias:  maneiras ruins à mesa e falar alto por causa de um problema de audição são alguns exemplos.

Fundo do poço: aquelas grosserias repulsivas, como cuspir na calça, arrotar à mesa, assoar o nariz em algo que não seja um lenço, falar coisas obscenas em público, principalmente perto de crianças.


De vez em quando a afronta acontece tão rápido que não temos nem tempo de responder, como quando alguém esbarra em você e continua andando, contudo, na maioria das vezes nos deparamos com a decisão de responder ou deixar passar.

A maioria das pessoas que é ofendida simplesmente deixa passar, geralmente porque tem medo de que um resposta, mesmo que pequena, possa se transformar em algo maior, como um barraco. Mas se você é daquelas que não deixa passar, como deve agir? Cuidadosamente. Dar o troco na mesma moeda só piora a situação, por isso, responda de forma bem educada.

Ao responder de maneira educada, você desarma completamente a outra pessoa. Para lhe ajudar a manter a calma e responder a uma grosseria, aí vão algumas dicas:

Não considere a ofensa pessoal automaticamente, as vezes quem te ofendeu teve uma noite péssima ou está de mau humor. Dê à pessoa o benefício da dúvida, imaginando o que poderia ter acontecido para que ela agisse dessa maneira.

Meça o tamanho dos seus aborrecimentos: de vez em quando é realmente melhor deixar passar. Pense se vale mesmo a pena agir naquela situação, principalmente quando se trata daquelas agressões involuntárias ou quando é claro que a sua reação não irá melhorar a situação, mas apenas piorá-la.

Assuma a responsabilidade por suas próprias ações, pergunte-se se você fez algo que contribuísse para o tratamento recebido.

Conte até dez, a dica mais básica do mundo, mas que realmente funciona. Quando algo te deixar com raiva, esqueça isso e foque em si mesma ou em outra coisa por alguns instantes. Respire fundo e pergunte-se “realmente vale a pena me desgastar com isso?”.

Use o humor como um aliado! Cortar um comentário infeliz de uma amiga que diz que você parece horrível com uma resposta sarcástica como “Que gentileza sua dizer isso!” é melhor do que responder com um “Você não está tão bem assim!”. Outra tática é rir disso – literalmente. Apenas dê uma boa gargalhada e mude de assunto.

Além dessas dicas, você também deve prestar atenção a outros detalhes, ao responder a uma agressão. O seu tom é um deles. “Pare de gritar! Você está me deixando louca!” só irá deixar a pessoa com raiva e piorar a situação, enquanto um “Muitos de nós estão tentando ler, então você se importaria de falar um pouco mais baixo, por favor? Obrigada!” tem mais chances de surtir efeitos. O tom pode mudar todo o sentido de uma frase, dizer “Você poderia por favor se sentar para que eu pudesse ver?” é ok e bem diferente de um “Você poderia por favor se sentar para que eu pudesse ver?”.

Algumas vezes não vale a pena se confrontar diretamente com a pessoa, mas levar isso a um outro nível. Isso ocorre principalmente quando você recebe um tratamento rude em lojas ou por prestadores de serviço. Nesse caso, enviar um carta de reclamação para a empresa ou reclamar com o gerente é melhor do que ficar discutindo com o funcionário, certo? Por outro lado, se você teve um ótimo atendimento, elogie! Como pregava o profeta gentileza: gentileza gera gentileza.

Pense nessas dicas da próxima vez que alguém esbarrar em você na rua ou lhe tratar mal!

Bisous!

p.s.: Dicas retiradas do livro Emily Post’s Etiquette.

Bienvenue

Olá, meninas!

A ideia de criar um blog que não tratasse apenas de moda e beleza não é nova. Em 19 de junho do ano passado criei o etiquette tous les jours, que teve apenas dois posts que pretendo reproduzi-los aqui em breve: um com dicas de compras e outro sobre como começar uma conversa. Não divulguei o blog, a princípio ele era um lugar de aprendizado pessoal. No entanto, no começo desse ano resolvi retomar o projeto e assim teve início o Thé&Soie, que também teve dois posts apenas. Por que começar novamente o mesmo projeto?! Simples, porque cada vez mais sinto falta de um blog que vá além das últimas tendências e das dicas de moda e beleza. Acredito que, como eu, outras pessoas também sentem isso.

No oh, it’s classy! pretendo falar de cinema, gastronomia, música, teatro, design, fotografia, comportamento, moda & beleza… efim, tudo aquilo que for necessário para, além de termos uma boa aparência, termos também um bom conteúdo. Espero ter companhia nessa difícil tarefa.

Bisous!

p.s.: Mais sobre o blog você encontra em pour quoi?!, no menu acima.